O Perispírito e as mortes prematuras

Na problemática do aborto imagina-te ansiado pelo ingresso em determinada oficina, de cujo salário e experiência necessitas para efeito de aperfeiçoamento e promoção. Alcançando-a pelo concurso de mãos amigas, alimentas a melhor esperança. Em tudo, votos de paz e renovação aguardando o futuro.

Entretanto, ainda nesta hipótese, observas-te em profundo abatimento, incapaz de comandar a própria situação. Assemelhas-te ao enfermo exausto, sem recursos para te garantires e sem palavra que te exprima, suplicando em silêncio a compaixão e a bondade daqueles aos quais a sabedoria te confiou a necessidade por algum tempo e a quem prometes reconhecimento e veneração.


Mentalizado semelhante painel reflete no desapontamento e na dor que te tomariam de assalto se te visses inesperadamente debaixo de fria e descaridosa expulsão, a pancadas de instrumentos cortantes ou a jatos de venenosos agentes químicos. Nessas circunstâncias, que sentimentos te caracterizariam a reação? (Mensagem de Emmanuel - Psicografia de Chico Xavier)

Técnica da Mediunidade – 5 parte

Parte I – Plano Físico – Eletricidade

Assim, teórica e praticamente observamos a transmutação das ideias de um ser para outro, no ponto exato da transformação das ondas. Mas restanos ainda ver o processo da comunicação propriamente dita.

Transmissão e Recepção: O mecanismo de comunicação (transmissão e recepção) do rádio obedece, em linhas gerais simplificadas ao seguinte:

1º estágio: A Pessoa fala, produzindo ondas acústicas; estas ferem o microfone, fazendolhe vibrar a lâmina, que transmite essas ondas em corrente variável a uma válvula amplificadora.

Esta aumenta muito os sinais e os envia ao aparelho transmissor, que as transforma em ondas hertzianas, fixandolhes a frequência; e a potência, modulandoas e lançandoas pela torre de transmissão.


2º estágio: As ondas hertzianas correm pelo ar atmosférico e batem em todas as antenas, penetrando todos os ambientes, tenham ou não aparelhos receptores: a atmosfera terrestre está permanentemente saturada de ondas hertzianas provenientes de todas as estações transmissoras do globo.

3º estágio: Um aparelho especializado (receptor) recebe todas essas ondas. Mas o ouvinte escolhe, por meio de seu condensador variável, qual das ondas ele quer ouvir.

Nada de novo...

O vácuo absoluto existe em alguma parte no Espaço universal? Não, não há o vácuo. O que te parece vazio está ocupado por matéria que te escapa aos sentidos e aos instrumentos. (Allan Kardec. O livro dos espíritos, q. 36)


Adeptos há da Doutrina Espírita que rejeitam, até hoje, a versão ultimamente muito ventilada pelos Espíritos desencarnados, por meio de obras ditadas psicograficamente, de um mundo material, invisível aos olhos carnais, mundo esse vibrátil e intenso, no qual existirá, em estado aperfeiçoado, ampliado até a vertigem, muito do que na Terra existe.


Respeitamos, certamente, a opinião dos refratários a essa revelação, visto que, se é dever de qualquer cidadão respeitar opiniões alheias, ao espírita, com muito maior razão, assistirá o dever de consideração à opinião do próximo, ainda quando antagônica ao seu modo de ver e pensar.

Resiliência na Visão Espírita

Um acidente com uma lancha, faz uma professora de 33 anos, passar por uma trágica situação. Teve suas pernas decepadas. Hoje está treinando para andar com as pernas artificiais. Seis meses após o acidente, a professora mantém o otimismo. Perguntada sobre a origem desse ânimo ela confessa não saber que tinha toda essa força.

Atribui a Deus e ao apoio da família e conta que no início, foi ela quem deu força para o marido e os filhos. Decidira não viver lamentando o que perdera e sim o que ganhara, ou seja, a “vida”. Estar viva para ela foi uma vitória, ainda que sem as pernas.


Mas o que esse fato tem a ver com a resiliência do título? A resiliência é caracterizada por um conjunto de atitudes adotadas pelo ser humano para resistir aos embates da vida. O conceito se destaca exatamente pela capacidade do indivíduo dar a volta por cima das situações de risco e voltar “transformado”, crescendo com a experiência.

Evolução do princípio espiritual

Não sabemos ainda como se deu a criação do espírito, pois a sua geração pela vontade suprema do Criador perde-se na eternidade, numa época em que a consciência espiritual se escondia na intimidade da mônada divina, recém-criada e individualizada e ainda sem noção de si mesma, por se encontrar na fase inicial de sua evolução.

Eis a dificuldade dos espíritos em localizar, num tempo que se dilata na eternidade, a sua criação e as formas pelas quais vieram a existir.


Sabemos, no entanto, que esse princípio inteligente, ou mônada, iniciou suas experiências revestindo-se da matéria primordial ou fluido cósmico, passando por etapas sucessivas de materialização e desmaterialização, até atingir vibratoriamente a união com a matéria mais grosseira e bruta do plano físico, em processos de despertamento de suas qualidades adormecidas, ainda incompreensíveis para a humanidade.

Técnica da Mediunidade – 4 parte

Parte I – Plano Físico – Eletricidade

Além da intensidade da corrente, e da resistência que a ela opõe o condutor, encontramos outras especialidades a estudar.

Potencial: A diferença de pressão elétrica entre uma ponta do fio e a outra extremidade determina o potencial elétrico da corrente. Medese esse potencial pela unidade volt. Então, 1 volt é a diferença de potencial que produzirá 1 ampère de corrente, através de 1 ohm de resistência.

Logicamente, quanto maior a diferença entre os dois extremos do condutor, maior a voltagem. E é exatamente essa diferença de potencial que faz com que a corrente flua ou caminhe, do lado mais forte para o mais fraco, (geralmente chamado “terra”).


Então, numa corrente de 120 volts, precisamos de uma resistência de 120 ohms, para termos uma corrente de 1 ampère. Temos duas maneiras de “ligar” uma corrente a elementos isolados.

A Música Espírita

Recentemente, na sede da Sociedade Espírita de Paris, o Presidente fez-me a honra de pedira minha opinião sobre o estado atual da música e sobre as modificações que poderiam me trazer a influência das crenças espiritas. Se não acedi em seguida a esse benevolente e simpático apelo, crede bem, senhores, que só uma causa maior motivou a minha abstenção.

Os músicos, ai! São homens como os outros, mais homens talvez, e, a esse título, são falíveis e pecáveis. Eu não fui isento de fraquezas, e se Deus me fez a vida longa a fim de dar o tempo de me arrepender, a embriaguez do sucesso, a complacência dos amigos, as adulações dos cortesãos, freqüentemente, me arrebataram o meio.


Um maestro é uma força, neste mundo onde o prazer desempenha um papel tão grande. Aquele cuja arte consiste em seduzir o ouvido, em abrandar o coração, vê muitas armadilhas serem criadas sob seus passos, e ele nelas cai, o infeliz! Ele se embriaga com a embriaguez dos outros; os aplausos lhe tapam os ouvidos, e ele vai direto ao abismo sem procurar um ponto de apoio para resistir ao arrastamento.

Formação dos mundos

Na formação do planeta Terra, juntamente com outros mundos dispersos pelo espaço, foram estruturados também elementos etéricos, que constituíram a forma fluídica dos mundos. A matéria primitiva e a dela derivada vibram em vários campos ou dimensões.

Na formação do planeta, sob a amorável orientação da consciência cósmica de Jesus, foram também estruturadas as várias camadas dimensionais que compõem a realidade energética dos mundos. Os espíritos processam sua evolução ao longo dos milênios tanto na parte mais densa ou física quanto na parte extrafísica, que constitui a realidade energética da criação.


Tanto a parte física ou materializada como as dimensões paralelas que circundam as crostas dos mundos dispersos na amplidão estão estuantes de vida e movimento, constituindo campo abençoado de aprendizado para as consciências em processo de evolução. Interpenetrando-se e irradiando-se a partir da matéria densa que constitui os mundos ou planetas materiais, outros mundos existem, estruturados em matéria sutil, imperceptíveis ainda pelos instrumentos da tecnologia humana.

Entre os dois mundos

Diariamente mergulham na névoa carnal milhares de Espíritos abençoados pela sublime dádiva do recomeço. Simultaneamente, milhares de outros abandonam o casulo físico, carregando as experiências que vivenciaram durante o trânsito orgânico.

Enquanto uma verdadeira multidão desce ao proscênio terrestre para desenvolver os valores que jazem no âmago do ser, compacta massa humana retorna ao porto de origem, concluídos (ou não) os compromissos que assumiram antes do renascimento.


Espíritos imortais que somos, jornadeamos em sucessivas experiências fisiológicas, saindo do primarismo de onde procedemos no rumo da plenitude que nos está destinada. Atavicamente dependentes das afeições e das atitudes desenvolvidas, quase sempre repetimos os processos a que nos amoldamos, sem grandes estímulos para o prosseguimento.

Técnica da Mediunidade – 3 parte

Parte I – Plano Físico - Eletricidade

Corrente Direta: A corrente direta (também chamada contínua), é a que corre de um lado para outro do fio, sempre na mesma direção; ou seja, os elétrons entram por um lado do fio e saem pelo outro lado.

Segundo a convenção entre os cientistas, eles caminham do polo negativo para o polo positivo (embora o certo seja o contrário: mas os nomes dados aos polos foram errados desde o início, e os cientistas ainda não quiseram consertar as coisas, não se sabe por que).


Corrente Alternada: Na corrente alternada os elétrons não caminham, mas simplesmente se agitam, sem sair do mesmo lugar. E como a vibração é um vaivém constante, para a direita e para a esquerda, dizemos que a direção da corrente é alternada.

Abastecimento: Para que haja uma corrente, de qualquer tipo, é indispensável que os fios estejam ligados a um abastecedor, seja ele um acumulador, uma bateria ou um gerador de eletricidade.

Além da morte

O reino da vida, além da morte, não é domicílio do milagre. Passa o corpo, em trânsito para a natureza inferior que lhe atrai os componentes, entretanto, a alma continua na posição evolutiva em que se encontra. Cada inteligência apenas consegue alcançar a periferia do círculo de valores e imagens dos quais se faz o centro gerador.

Ninguém pode viver em situação que ainda não concebe. Dentro da nossa capacidade de auto projeção, erguem-se os nossos limites. Em suma, cada ser apenas atinge a vida, até onde possa chegar a onda do pensamento que lhe é próprio. A mente primitivista de um mono, transposto o limiar da morte, continua presa aos interesses da furna que lhe consolidou os hábitos instintivos.


O índio desencarnado dificilmente ultrapassa o âmbito da floresta que lhe acariciou a existência. Assim também, na vastíssima fauna social das nações, cada criatura dita civilizada, além do sepulcro, circunscreve-se ao círculo das concepções que, mentalmente, pode abranger. A residência da alma permanece situada no manancial de seus próprios pensamentos. Estamos naturalmente ligados às nossas criações.

A Grécia

Entre os povos de iniciativa, nenhum há cuja missão se manifeste com maior brilho do que o da Hélade. A Grécia iniciou a Europa em todos os esplendores do belo. De sua mão aberta saiu a, civilização ocidental, e o seu gênio de vinte séculos atrás ainda hoje se irradia sobre as nações.

Por isso é que, apesar de seus desmembramentos, de suas lutas intestinas, de sua queda final, ela tem sido admirada em todas as épocas. A Grécia soube traduzir, em linguagem clara, as belezas obscuras da sabedoria oriental. Exprimiu-as a princípio com o adjutório dessas duas harmonias celestes que tornou humanas: a Música e a Poesia.


Orfeu e Homero foram os primeiros que fizeram ouvir seus acordes à terra embevecida. Mais tarde, esse ritmo, essa harmonia que o gênio nascente da Grécia havia introduzido na palavra e no canto, Pitágoras, o iniciado dos templos egípcios, observou-os por toda parte do Universo, na marcha dos astros que se movem, futuras moradas da Humanidade, no seio dos espaços, na concordância dos três mundos, natural, humano e divino, que se sustentam, se equilibram, se completam, para produzirem a vida em sua corrente ascensional e em sua espiral infinita.

Solidariedade – Ave Luz

Simão, o Zelote, foi um discípulo diferente de todos os outros, mesmo diante da personalidade inquieta de Judas Iscariotes, que muitos escritores espiritualistas têm como um político sagaz e premeditador.

A verdade não era essa. A intenção de Judas era colocar Jesus como alvo de todas as atenções do mundo, para salvar efetivamente as criaturas, mas por meios que a consciência reta não aceitaria. Além disso, os planos do Evangelho estavam organizados pela consciência divina, e o amor seria a disposição poderosa do avanço espiritual, e não a violência, não o comércio, não as exigências.


Simão, o cananita, é que pertencia ao partido político nacionalista, idealizado por Judas, o galileu. Ele era uma das frentes de entusiasmo contra o jogo dos romanos. Era revoltado por ver seu povo carregando um peso exorbitante de tributos que iam para os cofres da águia impiedosa. Ainda mais, os romanos se classificavam como uma raça superior, pela posição que desfrutavam no reino que lhes pertencia pela força.

Técnica da Mediunidade – 2 parte

Parte I – Plano Físico - Eletricidade

Campo Elétrico: Denominamos assim a porção do espaço onde se realizam fenômenos elétricos, pela existência de uma corrente. A direção e a intensidade de um campo elétrico são dadas pelas linhas de força do campo.

Linha de Força: Linha de força representa um campo elétrico (ou magnético) cuja direção, em qualquer ponto é tangente à direção da força elétrica (ou do campo magnético) nesse ponto.


A linha de força é tangente em todos os pontos, à direção do campo. Mas o campo é percorrido por uma infinidade de linhas de força. Então, o número de linhas de força que atravessam uma superfície é dado, convencionalmente, pela intensidade do campo.